Convênio entre Polícia Penal e Ceasa oferece alimentos para famílias em vulnerabilidade
10/11/2022 - 14:00

 

A Polícia Penal do Paraná, em parceria com as Centrais de Abastecimentos do Paraná (CEASA), conduzem o projeto Banco de Alimentos – Comida Boa.

O projeto visa ofertar alimentos às pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar, trazendo alimentos, através da coleta dos produtos não comercializados pelos atacadistas e produtores rurais nas unidades da CEASA/PR.

 

O convênio utiliza a mão de obra de pessoas privadas de liberdade (PPL), que possuem o benefício do uso da tornozeleira eletrônica, na seleção dos alimentos, no carregamento e na entrega para as pessoas atendidas pelo projeto. Em contrapartida, a CEASA oferece ao apenado um salário-mínimo, alimentação e transporte para realização do trabalho e atendendo à Lei de Execução Penal, ele tem a remição da pena. Atualmente, o convênio está implantado em Curitiba, Londrina, Maringá e Cascavel e tem, atuando, 66 pessoas privadas de liberdade.

 

 

“A parceria que a Polícia Penal, tem com a CEASA, é de grande importância, pois utiliza a mão de obra da pessoa privada de liberdade, com uso da tornozeleira. O que eles fazem, é separar o material que seria descartado, legumes e frutas, aproveitar e encaminhar para as pessoas com insuficiência alimentar e de vulnerabilidade social. Esse projeto, traz benefícios para a sociedade em geral e para o apenado, que ganha remuneração, transporte, uma cesta de alimentos e, o direito de remição da pena, a cada três dias trabalhados, um dia de remição na pena. Isso coloca o apenado no mercado de trabalho, dando importância e levantando sua autoestima, fazendo com que ele se aproxime mais do vínculo familiar e com isso ele consegue se reintegrar a sociedade e não voltar a cometer crimes”, disse

 

Com a iniciativa, são atendidas casas lares, casas de recuperação, hospitais, creches, asilos e famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional, cadastradas pelas associações de bairro, para que haja a complementação da refeição diária dessas pessoas assistidas pelo Banco de Alimentos.

 

Além de ofertar o alimento, o projeto faz a capacitação, em educação alimentar, de representantes das entidades beneficiadas, para que as informações sejam repassadas à comunidade em geral.

 

O diretor-presidente das Centrais de Abastecimento do Paraná, Eder Eduardo Bublitz, relatou a importância da parceria entre as instituições e como isso é relevante na vida do apenado.

“O projeto ‘Banco de Alimento – Comida Boa’, nasceu com o intuito de evitar desperdício de alimentos e a parceria com a Polícia Penal fez com que além do que o projeto fosse exequível, nos mostrou a importância de oferecer oportunidades a quem de fato realmente quer se recuperar. Nós temos vários exemplos de bom trabalhadores que após o cumprimento da pena, saíram do projeto e conseguiram a reinserção no mercado de trabalho e também conseguiram empreender, através dos cursos e capacitações que foram oferecidos. Então, mais do que tudo, além de um projeto que evita o desperdício é um projeto que recupera vidas”, pontuou.

Convênio “Banco de Alimentos” entre Polícia Penal e Ceasa, oferece alimentos para famílias com vulnerabilidade social.

 

 

A Polícia Penal do Paraná, em parceria com as Centrais de Abastecimentos do Paraná (CEASA), conduzem o projeto Banco de Alimentos – Comida Boa.

O projeto visa ofertar alimentos às pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar, trazendo alimentos, através da coleta dos produtos não comercializados pelos atacadistas e produtores rurais nas unidades da CEASA/PR.

 

O convênio utiliza a mão de obra de pessoas privadas de liberdade (PPL), que possuem o benefício do uso da tornozeleira eletrônica, na seleção dos alimentos, no carregamento e na entrega para as pessoas atendidas pelo projeto. Em contrapartida, a CEASA oferece ao apenado um salário-mínimo, alimentação e transporte para realização do trabalho e atendendo à Lei de Execução Penal, ele tem a remição da pena. Atualmente, o convênio está implantado em Curitiba, Londrina, Maringá e Cascavel e tem, atuando, 66 pessoas privadas de liberdade.

 

 

“A parceria que a Polícia Penal, tem com a CEASA, é de grande importância, pois utiliza a mão de obra da pessoa privada de liberdade, com uso da tornozeleira. O que eles fazem, é separar o material que seria descartado, legumes e frutas, aproveitar e encaminhar para as pessoas com insuficiência alimentar e de vulnerabilidade social. Esse projeto, traz benefícios para a sociedade em geral e para o apenado, que ganha remuneração, transporte, uma cesta de alimentos e, o direito de remição da pena, a cada três dias trabalhados, um dia de remição na pena. Isso coloca o apenado no mercado de trabalho, dando importância e levantando sua autoestima, fazendo com que ele se aproxime mais do vínculo familiar e com isso ele consegue se reintegrar a sociedade e não voltar a cometer crimes”, disse

 

Com a iniciativa, são atendidas casas lares, casas de recuperação, hospitais, creches, asilos e famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional, cadastradas pelas associações de bairro, para que haja a complementação da refeição diária dessas pessoas assistidas pelo Banco de Alimentos.

 

Além de ofertar o alimento, o projeto faz a capacitação, em educação alimentar, de representantes das entidades beneficiadas, para que as informações sejam repassadas à comunidade em geral.

 

O diretor-presidente das Centrais de Abastecimento do Paraná, Eder Eduardo Bublitz, relatou a importância da parceria entre as instituições e como isso é relevante na vida do apenado.

“O projeto ‘Banco de Alimento – Comida Boa’, nasceu com o intuito de evitar desperdício de alimentos e a parceria com a Polícia Penal fez com que além do que o projeto fosse exequível, nos mostrou a importância de oferecer oportunidades a quem de fato realmente quer se recuperar. Nós temos vários exemplos de bom trabalhadores que após o cumprimento da pena, saíram do projeto e conseguiram a reinserção no mercado de trabalho e também conseguiram empreender, através dos cursos e capacitações que foram oferecidos. Então, mais do que tudo, além de um projeto que evita o desperdício é um projeto que recupera vidas”, pontuou.

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